segunda-feira, 8 de março de 2010

SÁBADO (13/3) É DIA DE ACÚSTICO EM MOGI!!


13/03 às 16h

1º Bequadro Acústico

Bandas: Cor-Séría, Fantoche, Finson e Ike

Local: Cuba Café - Mogi das Cruzes

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13/03 às 23h

2º Bequadro Acústico

Bandas: Fantoche, Finson e Ike

Local: Divina Comédia - Mogi das Cruzes

sexta-feira, 5 de março de 2010

Coisas novas de lá pra cá, aqui e acolá

Noite de lançamentos, novidades e renascimentos com Seamus, Jane Dope e Fellaccios
[Texto por Fabio Zelenski e fotos por Thami Rainbow e Kbça Corneti]

O ano começou há algum tempo já. Mas, como dizemos nós brasileiros, começa mesmo depois do carnaval. E foi depois das festas das poucas roupas e muitas batidões que o Divina Comédia estreiou os shows de 2010 na casa.

Começou bem, aliás. Não é sempre que numa única noite se tem Seamus, a nova Jane Dope e Fellaccios. O simples show de cada banda já seria o bastante para voltar para casa bêbado, com as pernas doendo e feliz.
Mas não. Tinha bonus track pra tudo:

Seamus, depois da novela Taubaté Democracy lança em primeira mão o Sounds Of The City You Love (SOTCYL), depois de mais de três anos construindo-o.
Jane Dope, novata na cena, sem perder tempo, lança o EP Às 4 na Augusta.
E, completando o time, um Fellaccios mais bem ensaiado, que vem se apresentando tendo como banda o próprio Seamus.

Vamos lá. Quem abriu foi o Fellaccios.
É sempre bom ver Giácomo, aniversariante da noite, liderando todos os putos da banda com seus contos mais fiéis à pornochanchada. Esse foi o segundo show que vi dos Fellas com essa formação (creio que seja o segundo show deles mesmo rs) e foi notável como eles estavam mais entrosados. Não soou tão pesado quanto da primeira vez, mas ficou mais Fellaccios, mesmo, mais canastrão, com os teclados mais presentes. Ficou profissional e com mais personalidade.
Depois, subiu no palco a trupe do Jane Dope.
Eles já estreiaram há algum tempo, mas eu não havia presenciado um show ainda. Foi um show com uma atmosfera ótima, que passeavam pelo rock mais agitado a viageras guitarrísticas. Começaram faz pouco tempo, mas estão mandando muito bem.
E, fechando a noite, Seamus.
Eles me deviam um Brilliant Lights Brilliand Stars, e começaram me pagando a dívida. Uma epopéia ótima de oito minutos. E depois, foi só alegria. Tocaram o SOTCYL de cabo a rabo, teve participação do Danilo do Hierofante, gente dançando, gente cantando... tudo que sempre tem num show do Seamus, mas, desta vez, com o prometido álbum em mãos.

Pra primeira noite do ano com shows na Divina Comédia foi bom demais. Se a estreia determinar o clima pro decorrer de 2010 e para os próximos shows, só coisas boas nos esperam.

quinta-feira, 4 de março de 2010

FAIXA-A-FAIXA

SEAMUS - SOUNDS OF THE CITY YOU LOVE

[Texto e fotos por Regis Vernissage]

O Blog Bequadro Mostarda estréia aqui sua primeira coluna chamada FAIXA-A-FAIXA que tem como intuito comentar CDs de bandas independentes de cabo a rabo. Para estrear com chave de ouro nada mais justo que falar sobre a primeira obra completa do Seamus, banda de Taubaté & Pinda e também integrante do coletivo Bequadro Mostarda, que lançou em Fevereiro de 2010 o grande Sounds Of The City You Love, gravado, mixado e masterizado entre Fevereiro de 2006 e Agosto de 2009 por Luiz Kalil no Estúdio Alive em Pinda, com fotos de Paulo Borgia e artwork de Luis Naressi, também guitarrista da banda, que se completa com Fernando Lalli (voz/guitarras), Pedro Fusco (baixo) e José Ronconi (bateria).

Tudo começa com Brilliant Lights, Brilliant Stars que já demonstra logo de cara ecos de Sonic Youth fase “A Thousand Leaves” em guitarras harmônicas e dissonantes que remetem a uma dimensão noventista com classe e elegância agregadas a uma cozinha onde a clamaria melodiosa se une com a voz lamuriosa de Fernando Lalli, o qual aqui canta belamente sobre um tipo de desilusão amorosa que pode parecer bem familiar para os mais atentos. Sem pausa para respirar (o que vale para o cd inteiro, sendo que é bom citar que a obra segue o conceito de não possuir intervalos entre as faixas, que são T.O.D.A.S. perfeitamente costuradas com o maior esmero), nossos ouvidos são presenteados com o que eu arriscaria chamar de a primeira porrada “bittersweet shoegazering” do cd, a sensacional Half-Less Love, que tem um arranjo rasgado de riffs potentes e teclados etéreos (as teclas são executadas no disco pelo convidado especial e “enfant terrible” Danilo Sevali do ótimo Hierofante Púrpura), agregados a uma incrível melodia vocal que casa com perfeição ao modus operandis desta pequena pérola da cidade que amamos. "But we should know there’s no half-less love at all", diria Lalli. E como parecendo um agradecimento, temos a velha conhecida Thank You, Silence, outra belíssima melodia em forma de canção que faz um paralelo conciso da ironia do agradecimento de vidas que foram ontem vividas laconicamente e da calmaria (irônica, claro) que hoje isso tudo proporcionou. Destaque para a linha de baixo do ótimo Pedro Fusco. Peguemos então nossos assentos para aproveitar o show.

“I want to remain clear: for having underestimated you, I deserve all this suffering”, é o que começa dissertanto a voz robótica do que eu arriscaria chamar de segundo petardo “bittersweet shoegazering” da obra que carrega consigo a graça de A Year Without Breathing, uma música sobre o desespero em busca do conforto para justificar a vergonha da verdade negada e perdida que poderia simbolizar-se aqui como uma lágrima caída dos olhos de seu parceiro, mas que você não havia visto até que lhe contassem, denotando a subestima. Um assunto complicado tratado com maestria por Lalli que além de jornalista demonstra ser um ótimo letrista. E mesmo os não letrados em inglês conseguem sentir todo esse desespero através da própria música que é conduzida primorosamente pelos arranjos das guitarras em “crescendo” de Luis Naressi, do baixo preciso, harmonioso e complexo de Pedro Fusco e da batera constante e tensa de José Ronconi. Temos então a versão definitiva para um grande clássico do Seamus, Blame, que foi a primeira música do primeiro EP demo da banda lá no longínquo ano de 2004. Por se tratar de um clássico, interessante notar como essa versão foi acelerada em comparação à anterior, o que acabou por valorizar o trabalho “noisy” das guitarras de Naressi & Lalli, remetendo ao melhor do pós-punk dos 80’s. Bom deixar claro aqui que me refiro a Blame como um clássico por ser uma música completamente atemporal que é cantada a plenos pulmões pela gurizada em qualquer show do Seamus que você tiver a sorte de testemunhar. Aqui ela termina em alta classe com ruídos provindos da guita do Sr. Luis “Meteoro” Naressi e num quase-solo batucante-repicado da batera de Zé Ronconi, que aproveita o descaso de nossos ouvidos ao pensar que o clássico finalizara-se, costurando sem vincos a porrada definitiva do “bittersweet shoegazering” que responde pela alcunha de Hate Campaign, um quase-punk nervosão e absurdamente rasgado como se fosse a última fenda que se abriu naquele jeans velho, sujo e contaminado pelas substâncias vividas pelo tempo. A letra traz na bandeja um personagem imaturo que precisa de “todas as respostas” e que é propenso a acreditar em qualquer mentira e besteira que ouve, seja de seu interlocutor, seja de um programa de TV voltado às massas, daqueles que vendem violência. Por acaso alguém aí não conhece alguém assim?

Acalmando a situação em sua reta final, o belíssimo piano de Danilo Sevali traz, como se fosse o prêmio final após uma dificultosa captura em um poço escuro, o arpejo do solo constante de Luis Naressi que flutua por toda a também belíssima In These Days que casa harmonia, ruídos, batera em marcha e uma clara demonstração de bom gosto melódico em sua composição. Ouvi-la atentamente nos leva a questionar o que faríamos se alguém quebrasse nossa máquina de voar justamente na hora em que começássemos a sonhar? Ou foi apenas uma interferência de rádio? Na mesma frequência, This Masquerade Ball, que talvez seja a mais radiofônica do cd devido à bela e acessível melodia de seu curto refrão, busca trazer uma paz de espírito e redenção em sua composição e mostra uma imagem ao mesmo tempo estranha e errônea daquilo que talvez pensássemos ser o certo. Algo como se tornar vidro frente à perda. Gélido. É a ponte certa para o petardo final desta obra que levou três anos e meio para ser concluída: Experiences With Broken Glass, outro tema rasgado de muitas e muitas guitarras, baixão e batera mútuos em êxtase, efeitos dilacerantes e uma boa dose de desespero contido que se divide em seus quase 10 minutos em duas partes: Part I: The Victim onde Lalli faz um mea-culpa após lembrar-se de que por onde andava, tudo que fazia, remetia à pessoa amada, por isso puni-se, angustiado, andando em vidros quebrados e Part II: Sounds Of The City You Love, continuação instrumental natural da primeira parte, porém mais lisérgica, viageira, que conta também com a mesma voz robótica de A Year Without Breathing, sintetizando assim e fechando o conceito desta belíssima, genuína e original obra de arte que não pertence à Pindamonhangaba, Taubaté, Mogi das Cruzes nem São Paulo. Pertence ao mundo!

http://www.myspace.com/sseamus
http://www.fotolog.com/_seamus

quarta-feira, 3 de março de 2010

Matéria Lumière: Pindavale.com.br

Pinda: Lumiere Festival promete esquentar Cervejaria Óbvio
03/03/2010 - 19h06 (Natanael Guimarães)

A Cervejaria Óbvio em Pindamonhangaba, recebe neste sábado (06/03), o Lumiere Festival. A atração vai agitar a Cervejaria com a apresentação de bandas e exposições fotográficas relacionadas à música.

O Lumiere Festival, criado em Pindamonhangaba no ano de 2007, dará início as suas apresentações em sua cidade de origem e vai passar por Mogi das Cruzes, São Caetano e na Capital paulista nesse primeiro semestre de 2010.

O festival que é realizado pelo Coletivo Bequadro Mostarda, apresentará aos pindenses, bandas do cenário alternativo de São Paulo e até de Minas Gerais. A Dj, Vanessa Porto, animará a festa, que será recheada com exposições fotográficas de talentosos fotógrafos da região.


:::Bandas:::

Cinco bandas estarão no palco da Cervejaria Óbvio neste sábado, confira um pouco mais sobre cada uma delas:

Seamus:
A banda anfitriã do festival (formada por integrantes de Pinda e Taubaté), lançara no festival o primeiro álbum da banda, intitulado “Sounds of the City you love”. O som da banda caracteriza-se por transformar epifanias casuais em canções de cinco minutos. “Nada além de barulho e melodia”, como os próprios integrantes definem.







Confira o som da banda: www.myspace.com/sseamus

Maquiladora:
A Banda natural de Suzano e Mogi das Cruzes já lançou dois CD’s e estará lançando o terceiro álbum, intitulado “My Silent Van Gogh”, onde mostrará um pouco mais de seu rock alternativo.

Banda Maquiladora






Confira o som da banda: www.myspace.com/maquiladorayeah

Vício Primavera:
Outra banda de Mogi das Cruzes- SP. O som da banda tem como veia principal o Rock n' Roll, porém com diversas influencias pelo fato dos integrantes terem vindo de projetos e ambientes totalmente diferentes. As canções criadas pela banda é caracterizada pela fusão homogênea de ritmos, instrumentos e timbres, sem deixar de ter identidade e cadencias próprias.

Banda Vício Primavera







Confira o som da banda: www.myspace.com/vicioprimavera

Quarto Negro:
Oriunda da Capital paulista está ganhando destaque entre o público e a mídia do rock n roll independente-alternativo. O Quarto Negro desembarca em Pindamonhangaba para mostrar para os pindenses, as canções do EP “Bom dia, Lua”, produzido por um grande amigo da banda, o músico Chuck Hipolitho (Forgotten Boys).

Banda Quarto Negro










Confira o som da banda: www.myspace.com/quartonegro

Curved:
Pular, Gritar, Suar e Sangra – lema que resumem, Segundo os integrantes do Curved, os shows da banda. Os mineiros de Itabira e Belo Horizonte deixam o queijo, a goiabada e as deliciosas cachaças artesanais de seu estado de lado, para empunhar os instrumentos em Pindamonhangaba, mostrando a explosão de energia característica da banda.

Banda Curved








Confira o som da banda: www.myspace.com/bandacurved


:::Exposição Fotográfica:::

Uma exposição para ser vista com os ouvidos.
Até que enfim a mostarda sujou a lente e ação do coletivo Bequadro Mostarda agora parte para as imagens. Os fotógrafos de garagem Carol Ribeiro, Stéfano Martins, Thami Rainbow e KBÇA Corneti voltam a expor seus olhares sobre a cena independente de música.
Os quatro, que já se misturam ao público e bandas, entre cotoveladas e empurrões, há algum tempo, já expuseram suas fotografias em outras edições do Lumière Festival e dessa vez trazem fotos novas, e em maior tamanho de ampliação.
Lembrando que nas próximas ações do coletivo, haverá uma rotatividade de fotógrafos, trazendo para os holofotes da não vaidade, o olhar de outros sobre a cena independente da região do Vale do Paraíba e Alto do Tietê. É um convite para que mais artistas produzam e mostrem como enxergam a música.


Confira as Fotos:

Carol Ribeiro: http://shots.carolribeiro.com
Stéfano Martins: www.flickr.com/stefanomartins
KBÇA Corneti: www.flickr.com/iwannabebobgruen
ThamiRainbow: www.flickr.com/thamirainbow

Dia 6 de Março de 2010, 19h
Cervejaria Óbvio, Rua prudente de Moraes, 222 - Centro (próximo ao antigo Fórum)
Pindamonhangaba/SP
Entrada R$ 5

Os OIhos do Bequadro Mostarda!

Uma exposição para ser vista com os ouvidos.
Até que enfim a mostarda sujou a lente e ação do coletivo Bequadro Mostarda agora parte para as imagens. Os fotógrafos de garagem Carol Ribeiro, Stéfano Martins, Thami Rainbow e KBÇA Corneti voltam a expor seus olhares sobre a cena independente de música.

Os quatro, que já se misturam ao público e bandas, entre cotoveladas e empurrões, há algum tempo, já expuseram suas fotografias em outras edições do Lumière Festival e dessa vez trazem fotos novas, e em maior tamanho de ampliação.

Lembrando que nas próximas ações do coletivo, haverá uma rotatividade de fotógrafos, trazendo para os holofotes da não vaidade, o olhar de outros sobre a cena independente da região do Vale do Paraíba e Alto do Tietê. É um convite para que mais artistas produzam e mostrem como enxergam a música.

Serviço:

Exposição de fotos no Lumière Festival

6 de março, 19h - Shows de Maquiladora, Seamus, Vício Primavera, Curved, e Quarto Negro
Dicotecagem DJ Vanessa Porto
Cervejaria Óbvio - Rua Prudente de Morais, 222, Centro (próximo ao Fórum), Pindamonhangaba/SP
Entrada: R$ 5

Carol Ribeiro http://shots.carolribeiro.com
Stéfano Martins http://www.flickr.com/photos/stefanomartins
KBÇA Corneti http://www.flickr.com/photos/iwannabebobgruen
Thami Rainbow http://www.flickr.com/photos/thamirainbow3

segunda-feira, 1 de março de 2010

RESENHA DA FESTA SONIDO QUE TEVE APOIO DO BEQUADRO!



FONTE: RESENHA DE SHOWS - http://www.zonapunk.com.br/ver_res_show.php?id=640

Festa Sonido c/ Janedope, Maquiladora e In Utero - Apoio: Bequadro Mostarda
27/02/2010 - Inferno Club - São Paulo/SP


"... A primeira banda já havia começado a tocar. Perguntei ao cara esquisito com corte de cabelo estilo “Edward mãos de tesoura” que estava ao meu lado, que raio de banda era aquela, ele responde: “Janedope!!” gritando repetidamente que o som era uma viagem. E de fato, o som era mesmo uma viagem! Músicas psicodélicas com arranjos de muito bom gosto, explorando mais o instrumental do que o vocal.

Arrisco-me a dizer que era uma mistura de Pink Floyd com Strokes. Eu particularmente achei o som bem parecido com o da banda Pullovers, embora algumas pessoas tenham discordado. Das más línguas saiam comentários de que rolava um playback, sinceramente não fui capaz de distinguir nada. Achei o máximo a idéia de 2 baixos na banda, inovaram, foram diferentes, originais e ousados.

Nos intervalos entre os shows rolava discotecagem com os DJs: Vanessa Porto (dona da festa) e Fabrício (Garage Fuzz) + os convidados especiais: Johnny Bird & Mundrumu e, na minha opinião a maior atração da noite, Dusan – O rei da balada, mais conhecido e chamado por “Tiozão do Rock” (que odeia que o chamem assim). Um jovem com um pouco mais de 60 ou um senhor no auge dos seus 20 anos? De qualquer forma, desbancava qualquer ninfetinha e metidos a “rebolation” na pista de dança. Aliás, a galera jovem presente no recinto se aglomeravam nas laterais perto dos sofás, ou no fundo, perto do bar, deixando a pista para meia dúzia de eufóricos que dançavam como se o mundo acabasse na manhã seguinte. E o mais interessante, da meia dúzia, pelo menos 3 eram pessoas de mais idade. Os mais velhos, definitivamente, fizeram a noite.

Arrumação de palco, troca de instrumentos. Agora é a vez da banda Maquiladora, que logo de início chama uma amiga para cantar a primeira música. Mandaram benzaço.

Som agressivo, canções com letras em inglês, riffs pesados e marcantes, como um soco no estômago. Confesso que subestimei e me surpreendi com o quarteto. Sem dúvidas, a notoriedade se concentra na voz da vocal Thania...que voz!! Uma mistura de Alanis com Janis Joplin.As influências são mais incríveis ainda, que vão desde o jazz, passando pelo som clássico dos Beatles, chegando ao grunge do Pearl Jam até chegar no rock do Juliette and the Lick.

Não é exatamente o estilo de som que eu costumo ouvir em casa, me limitarei a escrever por não ter tanta noção do gênero. Mas tenho certeza de que não estarei errada ao afirmar que a banda tem tudo: instrumental, vocal e performances excelentes. E o mais importante e que tem faltado muito nas bandas por ai: Atitude! A reação do público pareceu ser unânime!"

Mari Jaimes - @marinevesss

terça-feira, 2 de fevereiro de 2010

A 1ª ação do BM vai ser na Divina Comédia no dia 26!!




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26/02

Bandas: Seamus, Jane Dope e Fellaccios

[Com Seamus lançando o CD "The Sounds Of The City You Love"]

Local: Divina Comédia (Mogi das Cruzes)

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27/02

Bandas: Maquiladora, Jane Dope e In Utero (Nirvana Cover)

[Com Maquiladora lançando o CD "My Silent Van Gogh" e Jane Dope lançando o EP "As 4 Na Augusta"]

Dj's: Vanessa Porto, Fabrício (Garage Fuzz) + convidados

Apoio: Chill Beans, Zona Punk, Don't Panic, Sick Mind e Bequadro Mostarda

Local: Inferno Club (Consolação - São Paulo)

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